Como você se enxerga?

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Hello! A ilustração de hoje é baseada no tema ‘Como você se enxerga’ proposto pelo grupo Rotaroots. Estou postando um pouco atrasada, afinal, esse é o tema de abril e já estamos no ultimo dia do mês, mas antes tarde do que nunca, não é mesmo?

A intenção desse tema é mostrar quem realmente somos, como vemos a nós mesmos e o que nos faz feliz. Não importa se é uma super ilustração ou um desenho feito de palitos, o vale é a intenção.

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Livros, por que eles são uma das minhas maiores paixões – mesmo que eu não tenha dinheiro para banca-la. Comidas, porque eu adoro comer – mas só de comer, não de cozinhar, e de preferência que seja algo extremamente doce, porque eu sou viciada em açúcar. Uma câmera fotográfica e ‘fotos’, que representam outra paixão recentemente (talvez nem tão recente) descoberta. Um globo, porque eu ainda vou rodar esse mundão e conhecer todos os lugares que eu tenho marcados na minha listinha. Fones de ouvidos e notas musicais, que são a minha companhia todos os dias e meu eterno vício. Uma claquete e um rolo de filmes, afinal, e sou uma rata de cinema e adoro um bom filme – e série também! Por ultimo, folhas em branco e lápis, porque eu adoro colocar as minhas ideias malucas no papel – escrevendo ou desenhando.

Esse é apenas um pedacinho do meu mundo, afinal, as coisas que eu amo não podem ser resumidas em um papel.

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Enfim, espero que tenham gostado. E se alguém também fez uma ilustração com esse tema, não esqueça de me enviar!

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Beijos e Abraços

Ilustrações: Rik Lee

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Hello! Já faz um tempo que eu não atualizo a categoria de ‘Ilustrações’, mas hoje voltei com chave de ouro para falar de um dos melhores ilustradores que e conheço. Eu já conhecia o trabalho dele há algum tempo, por meio de tumblr e pinterest, mas só agora que consegui descobrir quem é o ilustrador. Estou falando de Rik Lee, um australiano que vive na Indonésia e adora desenhar garotas cheias de estilo e com muitas tatuagens (me lembrou até um pouco o estilo da Tati Ferrigno).

Lee possui um estilo mais alternativo e moderno e seus desenhos são cheios de detalhes, tanto que é praticamente impossível você não se apaixonar por pelo menos algumas de suas ilustrações – se não todas.

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Então, gostou do trabalho de Rik Lee? Você pode acompanha-lo pelo facebook, instagram, blog e tumblr ou adquirir alguns dos seus produtos pela sua loja virtual, que possui diversos itens – ilustrações impressas, camisetas, adesivos, cases e até mesmo skates.

Espero que tenham gostado da indicação!

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Beijos e Abraços

Se a minha vida fosse uma trilha sonora

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Sou uma pessoa que passa, literalmente, quase 24 horas do dia com os fones de ouvido conectados ao uma boa música – e de preferência, no ultimo volume. A música faz parte de quem eu sou e eu sei que a minha vida seria muito mais triste sem ela.

Sou uma pessoa que ama rock, pop, rap e eletrônica, que sabe cantar aquelas músicas antigas de sertanejo (culpe meus pais!), que não se importa se a música é em inglês, alemão ou em coreano, que ainda não decidiu qual é sua banda ou cantor favorito e que fica pensando em uma música ideal para cada momento da vida.

Escolher apenas 10 músicas entre as milhares que eu ouço se mostrou uma tarefa mais difícil do que eu imaginava, mas eu escolhi aquelas que, de alguma forma, me marcaram – mesmo que elas não façam parte da minha lista de músicas preferidas.

Então, sem mais delongas, vamos à trilha sonora da minha.

Para os momentos de insanidade

Para situações tristes 

Para os momentos aleatórios 

Para os momentos amorzinhos 

Para os desamores da vida 

Para os dias de saudade extrema 

Para as decisões 

Para os momentos de felicidade 

Para as despedidas 

Para os dias comuns

 

Essa foi a minha trilha sonora nesse momento – e eu digo ‘nesse momento’ porque eu sei que, se eu for responder a essa Tag daqui a alguns meses, eu escolherei outras músicas para formar a minha trilha sonora.

Essa Tag foi proposta pelo grupo Blogs Up e eu fui indicada pelo blog Deveras Sente. Indico os blogs Diário de uma decoradora, Lemao Doce, Navast e Chá das Três.

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Beijos e Abraços!

[Filme] Insurgente

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Hello! Corri para os cinemas assim que terminei de ler Insurgente (falei sobre ele aqui), continuação da distopia escrita por Veronica Roth. Para quem ainda não viu Divergente, tem resenha do primeiro filme da saga aqui.

Em Divergente, Tris buscava encontrar seu lugar em uma sociedade dividida em cinco facções. Para isso, ela escolheu a Audácia, que valoriza a coragem e a força acima de tudo. No entanto, Insurgente não trata mais sobre a adaptação a uma facção, e sim sobre o início de uma revolução.

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Insurgente possui um ritmo mais intenso que o primeiro filme, com uma maior quantidade de cenas de ações e com muitas reviravoltas. O filme ainda conta com uma grande produção, possuindo ótimos cenários e efeitos especiais que não deixaram a desejar.

O que mais incomodou foram às muitas mudanças se comparado com o livro. Sei que algo normal que ocorre em adaptações, mas nesse ponto, Insurgente realmente deixou um pouco a desejar. Muitas cenas importantes do livro são deixadas de lado ou mudadas completamente, alguns personagens mudam completamente sua forma de agir e de pensar e outros não são nem citados. Mas a maior mudança foi o final, que teria sido muito mais dramático e despertaria muito mais a nossa curiosidade se seguisse o enredo do livro.

É claro que nem todas as mudanças foram algo negativo. Ainda temos a mesma protagonista quebrada e traumatizada que o livro nos apresenta, mas parece mais forte e determinada. O relacionamento entre ela e Quatro é também é melhor apresentado, não deixando tanto a impressão de desconfiança entre ambos que o livro me trouxe.

Alguém ai já viu o filme? O que achou?

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Beijos e Abraços!

Insurgente – Veronica Roth

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Mais do que tudo, sinto saudade dos medos que senti nas últimas semanas, tão pequenos quando comparados aos de agora.

Hello! Eu já tinha desistido de ler a distopia Divergente depois que me contaram o final dela (odeio spoilers!), mas a adaptação de Insurgente acaba de chegar aos cinemas e eu me obriguei a ler o livro antes de ir ver filme.

Atenção: contêm spoilers do livro anterior.

Insurgente começa exatamente onde o livro anterior termina, em meio ao caos. Depois do ataque a Abnegação, Tris e Tobias refugiam-se na Amizade, um lugar pacífico que está servindo de abrigo para aqueles que necessitam. Mas eles sabem que não poderão se esconder para sempre. O sistema de facções está se desmoronando, lealdades são postas a prova, mentiras são reveladas e a guerra é cada vez mais iminente.

Nesse segundo livro, os mistérios que envolvem Chicago começam, aos poucos, a serem revelados. Tris está em busca de uma informação valiosa, que segundo alguns, pode por a baixo tudo o que eles acreditavam ser verdade – e que foi o motivo pela qual a Erudição e a Audácia atacaram a Abnegação.

Questões importantes começam a ser levantadas. Será que o mundo se resume apenas a Chicago? Ou existe alguma coisa fora da cerca?

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Tris está perdida, travando uma luta psicológica e ideológica dentro de si. A culpa pela morte de Will e de seus pais, o relacionamento nada perfeito com Tobias, a simulação, a guerra, as verdades que, aos poucos, vão sendo reveladas. Tudo parece demais para uma garota de apenas dezesseis anos.

Ela está perturbada e traumatiza, tanto que, parece tornar-se outra pessoa, sempre agindo de forma impulsiva e inconsequente. Enquanto lia, eu não conseguia decidir se sentia pena dela por tudo o que estava acontecendo ou se entraria nas páginas do livro e a mataria por tanta burrice.

Achei o romance no primeiro livro melhor construindo, enquanto nesse livro deixou a desejar. O relacionamento de Tris e Tobias se tornou, no mínimo, estranho – apesar de se amarem, pouco confiavam um no outro, a ponto de esconderem coisas cruciais entre si. Mas, não houve um triangulo amoroso, o que foi um fator positivo (estou fugindo de livros assim ultimamente).

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Em Insurgente, temos um foco maior nas outras facções e naqueles intitulados ‘sem-facção’. Conhecemos como cada uma vive e porque elas são tão importantes para a sociedade.

A cenas de ação também aumentaram, mas, apesar das muitas reviravoltas que acontecem no livro, ele foi um tanto maçante. Ele não flui e não me motivou a continuar lendo.

O ponto forte do livro foi o final, que conseguiu compensar todo o resto. Como ocorre em Divergente, nos é jogado uma bomba e o livro termina em meio ao caos, o que me deixou louca para ler Convergente.

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3 estrelas

Então, para aqueles que já leram, o que acharam do livro? E quanto ao filme? Bom ou ruim?

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Beijos e Abraços!

50 tons de cinza

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Eu sei que já faz mais de um mês que 50 tons de cinza chegou aos cinemas, mas eu não poderia deixar de dar minha opinião também – mesmo que ela esteja um pouco atrasada.  Não pretendo fazer uma análise da história e sim apontar alguns aspectos importantes que eu achei do filme.

Baseado no romance de E.L. James, o primeiro filme da trilogia nos mostra o início do relacionamento de Christian Grey e Anastasia Steele. Ele, um jovem milionário e ela, uma universitária que trabalha em uma loja de ferramentas. Seria um romance normal, como qualquer outro, se não fossem os gostos sexuais peculiares de Christian.

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A história de Ana e Christian não havia me conquistado no livro, e eu sabia que isso dificilmente ia acontecer na adaptação, então, eu não esperava muito. Surpreendentemente, o filme não foi tão ruim quanto eu imaginei que seria. Não surpreendeu muito, mas também não foi algo decepcionante.

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Posso dizer que a grande surpresa foi Dakota Johnson, que conseguiu a proeza de tornar sua personagem agradável. No filme, vemos uma Ana muito diferente do que era no livro. Ela não demonstrou tanta insegurança e por diversas vezes, era sarcástica e até mesmo divertida.

Por outro lado, Jamie Dornan, ator que interpretou Christian, não surpreendeu tanto.  Ele me lembrou  muito de Bela em Crepúsculo, ou seja, sem emoções – talvez seja culpa do próprio personagem, que não deu muito espaço para tal coisa, afinal, o Christian dos livros sempre se mostrou um homem reservado e sem demonstrar muitas emoções.

Os personagens secundários fazem jus ao nome, ou seja, pouco aparecem. Acho que isso foi um ponto negativo ao filme, que poderia ter explorado melhor o envolvimento entre eles e os protagonistas. Mesmo assim, a maioria fez seu trabalho da melhor maneira possível.

A grande polêmica, é claro, refere-se às cenas de sexo. Grande parte do livro trata e mostra explicitamente esse assunto, enquanto no filme, vemos isso ser deixado de lado para dar mais espaço ao romance. Muitas das cenas de sexo são descartadas e as poucas que sobraram foram ‘suavizadas’ ao estilo de Hollywood. Está longe de ser classificado como um filme pornográfico e dificilmente poderia ser comparado a um filme como Ninfomaníaca – acho que está no mesmo patamar das cenas de sexo que aparecem na novela das nove, por exemplo.

Foi um filme relativamente bom, apesar de estar longe de se tornar um dos meus favoritos. Enfim, vou terminar o post com a playlist do filme, que não poderia ser melhor.

Então, quem já viu? E o que acharam?

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Beijos e Abraços!