[Filme] Insurgente

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Hello! Corri para os cinemas assim que terminei de ler Insurgente (falei sobre ele aqui), continuação da distopia escrita por Veronica Roth. Para quem ainda não viu Divergente, tem resenha do primeiro filme da saga aqui.

Em Divergente, Tris buscava encontrar seu lugar em uma sociedade dividida em cinco facções. Para isso, ela escolheu a Audácia, que valoriza a coragem e a força acima de tudo. No entanto, Insurgente não trata mais sobre a adaptação a uma facção, e sim sobre o início de uma revolução.

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Insurgente possui um ritmo mais intenso que o primeiro filme, com uma maior quantidade de cenas de ações e com muitas reviravoltas. O filme ainda conta com uma grande produção, possuindo ótimos cenários e efeitos especiais que não deixaram a desejar.

O que mais incomodou foram às muitas mudanças se comparado com o livro. Sei que algo normal que ocorre em adaptações, mas nesse ponto, Insurgente realmente deixou um pouco a desejar. Muitas cenas importantes do livro são deixadas de lado ou mudadas completamente, alguns personagens mudam completamente sua forma de agir e de pensar e outros não são nem citados. Mas a maior mudança foi o final, que teria sido muito mais dramático e despertaria muito mais a nossa curiosidade se seguisse o enredo do livro.

É claro que nem todas as mudanças foram algo negativo. Ainda temos a mesma protagonista quebrada e traumatizada que o livro nos apresenta, mas parece mais forte e determinada. O relacionamento entre ela e Quatro é também é melhor apresentado, não deixando tanto a impressão de desconfiança entre ambos que o livro me trouxe.

Alguém ai já viu o filme? O que achou?

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Beijos e Abraços!

Insurgente – Veronica Roth

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Mais do que tudo, sinto saudade dos medos que senti nas últimas semanas, tão pequenos quando comparados aos de agora.

Hello! Eu já tinha desistido de ler a distopia Divergente depois que me contaram o final dela (odeio spoilers!), mas a adaptação de Insurgente acaba de chegar aos cinemas e eu me obriguei a ler o livro antes de ir ver filme.

Atenção: contêm spoilers do livro anterior.

Insurgente começa exatamente onde o livro anterior termina, em meio ao caos. Depois do ataque a Abnegação, Tris e Tobias refugiam-se na Amizade, um lugar pacífico que está servindo de abrigo para aqueles que necessitam. Mas eles sabem que não poderão se esconder para sempre. O sistema de facções está se desmoronando, lealdades são postas a prova, mentiras são reveladas e a guerra é cada vez mais iminente.

Nesse segundo livro, os mistérios que envolvem Chicago começam, aos poucos, a serem revelados. Tris está em busca de uma informação valiosa, que segundo alguns, pode por a baixo tudo o que eles acreditavam ser verdade – e que foi o motivo pela qual a Erudição e a Audácia atacaram a Abnegação.

Questões importantes começam a ser levantadas. Será que o mundo se resume apenas a Chicago? Ou existe alguma coisa fora da cerca?

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Tris está perdida, travando uma luta psicológica e ideológica dentro de si. A culpa pela morte de Will e de seus pais, o relacionamento nada perfeito com Tobias, a simulação, a guerra, as verdades que, aos poucos, vão sendo reveladas. Tudo parece demais para uma garota de apenas dezesseis anos.

Ela está perturbada e traumatiza, tanto que, parece tornar-se outra pessoa, sempre agindo de forma impulsiva e inconsequente. Enquanto lia, eu não conseguia decidir se sentia pena dela por tudo o que estava acontecendo ou se entraria nas páginas do livro e a mataria por tanta burrice.

Achei o romance no primeiro livro melhor construindo, enquanto nesse livro deixou a desejar. O relacionamento de Tris e Tobias se tornou, no mínimo, estranho – apesar de se amarem, pouco confiavam um no outro, a ponto de esconderem coisas cruciais entre si. Mas, não houve um triangulo amoroso, o que foi um fator positivo (estou fugindo de livros assim ultimamente).

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Em Insurgente, temos um foco maior nas outras facções e naqueles intitulados ‘sem-facção’. Conhecemos como cada uma vive e porque elas são tão importantes para a sociedade.

A cenas de ação também aumentaram, mas, apesar das muitas reviravoltas que acontecem no livro, ele foi um tanto maçante. Ele não flui e não me motivou a continuar lendo.

O ponto forte do livro foi o final, que conseguiu compensar todo o resto. Como ocorre em Divergente, nos é jogado uma bomba e o livro termina em meio ao caos, o que me deixou louca para ler Convergente.

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3 estrelas

Então, para aqueles que já leram, o que acharam do livro? E quanto ao filme? Bom ou ruim?

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Beijos e Abraços!